sábado, 7 de janeiro de 2012

VAGABUNDOS DO MST ESTÃO PROCURANDO CHIFRE EM CABEÇA DE CAVALO

MST da Base invade segunda fazenda no oeste paulista
Ação dá sequência ao chamado 'janeiro quente', que promete ocupar trinta propriedades rurais nas regiões do Pontal do Paranapanema, Alta Paulista e Araçatuba
José Maria Tomazela - O Estado de S.Paulo
SOROCABA - Integrantes do MST da Base, dissidência do Movimento dos Sem-Terra (MST) em São Paulo, deram sequência neste sábado, 7, ao chamado "janeiro quente" invadindo uma fazenda em Paulicéia, no oeste do Estado. O nome da área não foi divulgado. A Polícia Militar confirmou a invasão, mas a equipe que se dirigira ao local não fizera contato com a base até as 16 horas. Na sexta-feira, um grupo de 300 militantes já tinha invadido a fazenda Rio Feio, em Bento de Abreu, na mesma região.
Nota creditada ao MST da Base, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Liga Sindical Operária e Camponesa, Movimento dos Agricultores Sem-Terra (Mast) e quatro outros grupos informa que oito mil acampados foram mobilizados para ocupar "pacificamente", até o final do mês, trinta propriedades rurais nas regiões do Pontal do Paranapanema, Alta Paulista e Araçatuba. Além da aceleração da reforma agrária, os grupos pedem "liberdade aos companheiros José Rainha Júnior, Claudemir Novaes e Antonio Carlos Silva", presos por perseguição política, segundo a nota. Esses líderes estão presos desde junho, acusados de desviar recursos da reforma agrária.
Os movimentos se posicionam contra o projeto de lei do Governo do Estado enviado à Assembleia Legislativa de São Paulo "que blinda a grilagem de terras do Pontal do Paranapanema com sua legalização". Segundo a nota, uma área de 92 mil hectares do 15º Perímetro foi julgada devoluta pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). "O governo estadual precisa se entender com o governo federal e antecipar a obtenção dessas terras assentando nossas famílias", diz a nota, que pede ainda que a justiça seja rápida "não para criminalizar a luta dos trabalhadores do campo, mas para assentar as famílias".

Do Blog:
Sempre a mesma coisa: invasão, depredação da propriedade invadida, morte de bovinos, churrasco, cachaça, mais depredação (agora das máquinas) e a justiça decide pela reitegração de posse e eles partem para destruir outra fazendas.
Até que um fazendeiro contrata uns pistoleiros e então ocorre um vagabundocídio.  Aí eu quero ver como fica.
Vem Pastoral de não sei das quantas, mais ongs de direitos humanos, fazem o cirquinho de sempre e esperam um novo episódio acontecer.    

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