quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Na solidão o meu desespero inconsolado explode. Remexendo nos meus arquivos encontrei os recadinhos que tu me enviaste. Deus! como tenho saudade tua! Quantas palavras amorosas chego a pensar que, um dia chegaste realmente a me amar. Hoje, agonizo tal como as raízes secas do poema de Eliot. Acredito que a causa dessa terrível agonia é ter amado, quanto amar se pode sem ter amado quanto amar devia.

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