UE pede que Google adie nova política de privacidade
FSP
DE SÃO PAULO - A UE (União Europeia) pediu ao Google que não execute a nova política de privacidade antes de analisar o efeito sobre os usuários. A partir de 1º de março, a empresa reunirá informações pessoais dos usuários, antes segregadas por serviço oferecido, como o Google+ e o Picasa.
Em carta enviada a Larry Page, presidente-executivo do Google, Jacob Kohnstamm, presidente-executivo do Article 29 (grupo que auxilia a UE em assuntos sobre proteção de dados), pediu esforço conjunto para analisar o impacto sobre os usuários.
O Google refutou adiar a operação, dizendo já ter avisado os usuários. "Nenhum deles expressou substancial preocupação até agora."
Na quarta, Betsy Masiello, diretora de privacidade do Google desmentiu, em seu blog, que a empresa "venda, negocie ou alugue" dados privados dos usuários colhidos em seus serviços que possam identificá-los.
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