Ricardo Setti - VEJA
O fotógrafo canadense François Brunelle, experiente em sua profissão, sempre se dedicou a estudar os semblantes de seus fotografados. Foi desse curioso hábito que nasceu a ideia para um curioso projeto, que deverão compor um livro e exposição em várias partes do mundo: fotografar sósias.
O nome do projeto, I’m not a look-alike! (Eu não sou um sósia) confunde um pouco, já que as mais de 200 duplas fotografadas não são parentes, não se conheciam antes da sessão de fotos e a grande maioria é de cidades, Estados e até mesmo países diferentes.
A maior parte dos fotografados é do Canadá — tanto do Canadá de fala e cultura inglesa quanto do Canadá francês.
Essa é, na verdade, a essência do projeto: o fato de que duas pessoas, totalmente diferentes uma da outra, de localidades geográficas distintas, partilharem a mesma aparência física.
Não estamos falando de pessoas idênticas, mas de traços, de sorrisos, de trejeitos que os tornam parecidos. Afinal, que nunca ouviu: “Nossa, você se parece tanto uma pessoa que eu conheço….”
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O nome do projeto, I’m not a look-alike! (Eu não sou um sósia) confunde um pouco, já que as mais de 200 duplas fotografadas não são parentes, não se conheciam antes da sessão de fotos e a grande maioria é de cidades, Estados e até mesmo países diferentes.
A maior parte dos fotografados é do Canadá — tanto do Canadá de fala e cultura inglesa quanto do Canadá francês.
Essa é, na verdade, a essência do projeto: o fato de que duas pessoas, totalmente diferentes uma da outra, de localidades geográficas distintas, partilharem a mesma aparência física.
Não estamos falando de pessoas idênticas, mas de traços, de sorrisos, de trejeitos que os tornam parecidos. Afinal, que nunca ouviu: “Nossa, você se parece tanto uma pessoa que eu conheço….”
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