UOL
O Parlamento turco aprovou, nesta quinta-feira (2), a moção que
possibilita ao governo a realização de incursões militares através das
fronteiras do país no Iraque e na Síria para enfrentar militantes do
Estado Islâmico, apesar de não haver ainda indícios claros de que essa
ação é iminente.
A moção, aprovada por uma maioria de três
quartos no Parlamento, também permite que soldados estrangeiros sejam
estacionados na Turquia, assim como permite o uso das bases militares do
país para os mesmos objetivos.
O governo turco vem enfrentando pressão de aliados para desempenhar um papel de maior relevância na campanha militar liderada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico, depois que os insurgentes avançaram para dentro do campo de visão de posições militares turcas na fronteira com a Síria.
O presidente turco, Tayyip Erdogan, insiste que apenas os ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos não serão suficientes para conter a ameaça e está pedindo a remoção do ditador sírio, Bashar Assad, objetivo que não é compartilhado pela coalizão militar liderada pelos Estados Unidos.
Ancara também se mostra relutante em tomar medidas que possam fortalecer os combatentes curdos aliados do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), um grupo militante que lutou contra o Estado turco por três décadas e com o qual estão sendo conduzidas tensas conversas para um acordo de paz.
Os combatentes curdos conhecidos como Unidades de Defesa Popular (YPG) estão enfrentando os insurgentes do Estado Islâmico no norte da Síria. O PKK é classificado como um grupo terrorista pela Turquia, pelos Estados Unidos e pela União Europeia.
O governo turco vem enfrentando pressão de aliados para desempenhar um papel de maior relevância na campanha militar liderada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico, depois que os insurgentes avançaram para dentro do campo de visão de posições militares turcas na fronteira com a Síria.
O presidente turco, Tayyip Erdogan, insiste que apenas os ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos não serão suficientes para conter a ameaça e está pedindo a remoção do ditador sírio, Bashar Assad, objetivo que não é compartilhado pela coalizão militar liderada pelos Estados Unidos.
Ancara também se mostra relutante em tomar medidas que possam fortalecer os combatentes curdos aliados do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), um grupo militante que lutou contra o Estado turco por três décadas e com o qual estão sendo conduzidas tensas conversas para um acordo de paz.
Os combatentes curdos conhecidos como Unidades de Defesa Popular (YPG) estão enfrentando os insurgentes do Estado Islâmico no norte da Síria. O PKK é classificado como um grupo terrorista pela Turquia, pelos Estados Unidos e pela União Europeia.
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