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O alemão Lubitz foi apontado como responsável por ter derrubado deliberadamente o avião nos Alpes franceses, com base nas conversas gravadas por uma das caixas-pretas. Todas as 150 pessoas a bordo morreram.
Nesta quinta-feira, investigadores franceses anunciaram a descoberta da segunda caixa-preta do avião. Não se sabe ainda em que condições a peça está, nem se a coleta de dados vai ser possível.
O computador de Lubitz foi apreendido em seu apartamento em Düsseldorf, na Alemanha. Investigadores conseguiram reconstruir as buscas feitas no aparelho entre os dias 16 e 23 de março.
Segundo nota do porta-voz da procuradoria, Ralf Herrenbrück, os termos usados nas buscas incluíam tratamentos médicos e métodos de suicídio. Em pelo menos um dia, o copiloto procurou por termos relacionados à segurança da porta da cabine.
Ainda segundo a nota, emails obtidos na memória do computador "apoiam a conclusão de que a máquina foi usada pelo copiloto no período relevante".
Segundo o jornal alemão "Bild", o copiloto teria mentido para médicos, dizendo que ele estava em período de licenças médica, e não pilotando voos comerciais.
Embora Lubitz tenha falado aos médicos sobre o seu trabalho como piloto, e em alguns casos sobre o seu empregador, a Germanwings, ele de forma deliberada escondeu que estava em atividade, disse o jornal.
Se Lubitz tivesse dito aos médicos que ainda voava, eles poderiam se sentir no dever de quebrar a relação de confidencialidade com o paciente e informar aos empregadores porque ele poderia representar um perigo para outras pessoas.
Nesta quinta-feira, investigadores franceses anunciaram a descoberta da segunda caixa-preta do avião. Não se sabe ainda em que condições a peça está, nem se a coleta de dados vai ser possível.
O computador de Lubitz foi apreendido em seu apartamento em Düsseldorf, na Alemanha. Investigadores conseguiram reconstruir as buscas feitas no aparelho entre os dias 16 e 23 de março.
Segundo nota do porta-voz da procuradoria, Ralf Herrenbrück, os termos usados nas buscas incluíam tratamentos médicos e métodos de suicídio. Em pelo menos um dia, o copiloto procurou por termos relacionados à segurança da porta da cabine.
Ainda segundo a nota, emails obtidos na memória do computador "apoiam a conclusão de que a máquina foi usada pelo copiloto no período relevante".
Segundo o jornal alemão "Bild", o copiloto teria mentido para médicos, dizendo que ele estava em período de licenças médica, e não pilotando voos comerciais.
Embora Lubitz tenha falado aos médicos sobre o seu trabalho como piloto, e em alguns casos sobre o seu empregador, a Germanwings, ele de forma deliberada escondeu que estava em atividade, disse o jornal.
Se Lubitz tivesse dito aos médicos que ainda voava, eles poderiam se sentir no dever de quebrar a relação de confidencialidade com o paciente e informar aos empregadores porque ele poderia representar um perigo para outras pessoas.
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