Arthur Chagas Diniz - IL
“Patinhas”,
tio do Pato Donald e igualmente coordenador de importantes fontes de
financiamento do PT, e a presidente Dilma se encontram aparentemente em
um corner político e criminoso.
Não se
afirma, aqui, que o termo “criminoso” se prende a questões de
assassinatos ou assaltos a mão armada. É muito pior do que isto porque
se trata de um assalto que atinge indistintamente a todos os
brasileiros. São verdadeiros esquemas que abrangem empresas e pessoas
influentes no País, infelizmente envolvidas com roubo de recursos
públicos em grande escala.
João
Santana, o marqueteiro oficial de governos de esquerda (de honestidade
duvidosa), já gerenciou as campanhas de Lula (2006) e Dilma (duas
vezes). Acho que vão ter, agora, que explicar de onde vem tanto dinheiro.
Santana já
goza de uma reputação entre governos de esquerda na América do Sul.
Isto não tem afetado negativamente seu patrimônio nem o de Mônica. Muito
ao contrário, o patrimônio só tem crescido, embora os contratos não
explicitem como o marqueteiro tem realizado seus ganhos.
“Os
fatos criminosos se misturam, assim como os esquemas”, diz um dos
principais responsáveis pela Lava Jato. “Há um grande quadro de
corrupção sistêmica, liderado em parte pela Odebrecht, e que não se
limitava à Petrobras ou mesmo ao Brasil. Uma mesma organização
criminosa, com divisão de tarefas e cometimento rotineiro de crimes.” [Época, “Documento revela nova conexão entre João Santana e Odebrecht no exterior“]
O
patrimônio do ex-presidente Lula era, até há pouco tempo, suportado por
Bumlai. Um respeitável grupo de empresários já está pagando o custo sob a
forma de perda de conceito. Eles (os grupos) são tão “sortudos” que já
estão entrando no governo de Cuba. Verdade que quem vai acabar pagando
as contas somos nós, cidadãos brasileiros.
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