Lauro Jardim - VEJA
O sempre movimentado mundo de Eike Batista ganhou nas últimas três semanas uma personagem que, pelo relato dos que o rodeiam, “hipnotizou” o ex-bilionário e “se meteu com palpites em todos os negócios do grupo”. Trata-se de Patrícia Coelho, uma advogada que Eike passou a apresentar como sua consultora.
Ex-Opportunity, Patrícia é hoje sócia de uma empresa de navegação, a Asgaard que, aliás, é a denominação do reino habitado por Thor, filho de Odin, personagem mais próximo da figura de um deus supremo na mitologia nórdica. Não confundir com Thor, filho de Eike.
Patrícia prometeu reabrir as portas da Petrobras para Eike. Não conseguiu. Mas o seu maior feito foi tê-lo convencido a mandar sacar do BTG Pactual 100 milhões de dólares, que seriam usados para um investimento.
A retirada foi brecada pessoalmente por André Esteves, dono do BTG. Eike acabou desistindo da operação. A propósito, o tal negócio estava sendo feito sem o conhecimento de Ricardo K, o recém-contratado reestruturador do grupo.
Ex-Opportunity, Patrícia é hoje sócia de uma empresa de navegação, a Asgaard que, aliás, é a denominação do reino habitado por Thor, filho de Odin, personagem mais próximo da figura de um deus supremo na mitologia nórdica. Não confundir com Thor, filho de Eike.
Patrícia prometeu reabrir as portas da Petrobras para Eike. Não conseguiu. Mas o seu maior feito foi tê-lo convencido a mandar sacar do BTG Pactual 100 milhões de dólares, que seriam usados para um investimento.
A retirada foi brecada pessoalmente por André Esteves, dono do BTG. Eike acabou desistindo da operação. A propósito, o tal negócio estava sendo feito sem o conhecimento de Ricardo K, o recém-contratado reestruturador do grupo.
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