quarta-feira, 2 de março de 2016

Funcionária responsável pelos ‘acarajés quentinhos’ pode deixar prisão
Pedro de Carvalho - VEJA
Acarajés: responsável por entrega pode deixar prisão
Acarajés: responsável por entrega pode deixar prisão
A funcionária da Odebrecht pivô no esquema 
os “acarajés quentinhos”, noticiado pelo Radar, Maria Lúcia Guimarães Tavares, pode estar perto de deixar a prisão.
Em petição enviada ao juiz Sergio Moro, a delegada da Polícia Federal Renata da Silva Rodrigues afirma que não vislumbra “a presença dos pressupostos necessários” para manter Maria Lúcia presa, uma vez que o prazo da prisão temporária termina nesta quarta-feira.
A PF não pede a prorrogação da prisão cautelar, mas pede a adoção de outras medidas restritivas de liberdade, como a proibição de Maria Lúcia deixar o país e mudar de endereço sem autorização prévia. Além disso, a secretária ficaria obrigada a se apresentar à Justiça sempre que chamada.
Maria Lúcia Guimarães Tavares era responsável por intermediar o pagamento de propina — os “acarajés quentinhos”  — entre executivos da Odebrecht.

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