Segundo a Polícia Federal, a empresa é suspeita de ter tentado sonegar até R$ 1,5 bilhão; polícia cumpre mandados de condução coercitiva contra 22 pessoas, entre elas André Gerdau, CEO da companhia
A PF cumpre 22 mandados de condução coercitiva e dezoito de busca e
apreensão em Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Paulo e Recife.
Entre os que foram intimados a ir depor na delegacia está o CEO do
grupo Gerdau, André Bier Gerdau Johannpeter, filho do empresário Jorge
Gerdau. Também foram autorizadas judicialmente as oitivas de dois
lobistas, que foram presos anteriormente na Zelotes e estão no Complexo
Penitenciário da Papuda, em Brasília.
O CEO da companhia ainda não foi conduzido pelos policiais. A polícia informou que, segundo a família Gerdau, ele se apresentará espontaneamente para depor nesta quinta. As buscas também são realizadas em endereços da empresa.
A PF afirma que a Gerdau fechou contratos com escritórios de advocacia e consultoria alvos da Zelotes. Eles manipulavam decisões do Carf para cancelar ou reduzir a cobrança de tributos da companhia.
A polícia acusa a Gerdau e os lobistas a de terem continuado a agir ilicitamente mesmo depois do início da operação, em março do ano passado. Eles são acusados de advocacia administrativa fazendária, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A sexta-fase da Zelotes é um desdobramento dos inquéritos paralelos a cargo do procurador da República Marcelo Ribeiro, abertos para apurar, entre outros, o envolvimento da Gerdau com a quadrilha de lobistas que já responde a uma ação penal.
Em nota, a Gerdau disse que está "à disposição" das autoridades e que colabora "integralmente" com as investigações da PF. "A Gerdau reitera, portanto, que possui rigorosos padrões éticos na condução de seus pleitos junto aos órgãos públicos e reafirma que está, como sempre esteve, à disposição das autoridades competentes para prestar os esclarecimentos que vierem a ser solicitados", diz o texto.
O CEO da companhia ainda não foi conduzido pelos policiais. A polícia informou que, segundo a família Gerdau, ele se apresentará espontaneamente para depor nesta quinta. As buscas também são realizadas em endereços da empresa.
A PF afirma que a Gerdau fechou contratos com escritórios de advocacia e consultoria alvos da Zelotes. Eles manipulavam decisões do Carf para cancelar ou reduzir a cobrança de tributos da companhia.
A polícia acusa a Gerdau e os lobistas a de terem continuado a agir ilicitamente mesmo depois do início da operação, em março do ano passado. Eles são acusados de advocacia administrativa fazendária, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A sexta-fase da Zelotes é um desdobramento dos inquéritos paralelos a cargo do procurador da República Marcelo Ribeiro, abertos para apurar, entre outros, o envolvimento da Gerdau com a quadrilha de lobistas que já responde a uma ação penal.
Em nota, a Gerdau disse que está "à disposição" das autoridades e que colabora "integralmente" com as investigações da PF. "A Gerdau reitera, portanto, que possui rigorosos padrões éticos na condução de seus pleitos junto aos órgãos públicos e reafirma que está, como sempre esteve, à disposição das autoridades competentes para prestar os esclarecimentos que vierem a ser solicitados", diz o texto.
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