Lauro jardim - VEJA
Os líderes da base aliada do Congresso têm duas certezas: o Palácio
do Planalto está conduzindo mal a tramitação da PEC dos Magistrados e o
caldo está às vésperas de entornar.
Representantes da tropa de choque do governo já avisaram que não conseguirão segurar a votação do projeto por muito tempo e pediram à turma de Dilma Rousseff para chamar a categoria num canto e ouvir, ou seja, reabrir negociação para estancar o assunto no Legislativo.
Os líderes alertam: com o poder de lobby do Judiciário, não convém deixar o pepino apenas nos gabinetes do Parlamento. Seria preciso o executivo agir o quanto antes. O recado já chegou a Aloizio Mercadante e Ricardo Berzoini. E até agora, nada…
A base tem como fatura liquidada: quando a PEC sair da Comissão de Constituição e Justiça e voltar ao plenário, não haverá como conter os danos.
A PEC significa um acréscimo de 3 bilhões de reais ao ano ao caixa do Tesouro. Se for retroativa, essa fatura decuplica. Sua aprovação será um desaste para as contas públicas.
Representantes da tropa de choque do governo já avisaram que não conseguirão segurar a votação do projeto por muito tempo e pediram à turma de Dilma Rousseff para chamar a categoria num canto e ouvir, ou seja, reabrir negociação para estancar o assunto no Legislativo.
Os líderes alertam: com o poder de lobby do Judiciário, não convém deixar o pepino apenas nos gabinetes do Parlamento. Seria preciso o executivo agir o quanto antes. O recado já chegou a Aloizio Mercadante e Ricardo Berzoini. E até agora, nada…
A base tem como fatura liquidada: quando a PEC sair da Comissão de Constituição e Justiça e voltar ao plenário, não haverá como conter os danos.
A PEC significa um acréscimo de 3 bilhões de reais ao ano ao caixa do Tesouro. Se for retroativa, essa fatura decuplica. Sua aprovação será um desaste para as contas públicas.
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