| Agência Brasil | ||
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| Ex-ministro de Dilma, Alfredo Nascimento (PR-AM) votou pelo impeachment da presidente |
O diretor de RH da Valec, estatal de ferrovias, Mauro Fatureto, foi um
dos que perdeu o cargo. Fatureto, que é Advogado da União, tinha sido
exonerado do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de
Transportes) em 2011 durante a chamada 'faxina ética' do início do primeiro governo Dilma Rousseff.
No início de 2015, Fatureto foi nomeado na Valec, a estatal de
ferrovias, pelo deputado amazonense do PR, que foi ministro dos
Transportes de Dilma e de Lula.
Nascimento, que perdeu o cargo em 2011 num escândalo de corrupção pelo qual depois nem chegou a ser denunciado formalmente, foi considerado um dos traidores do governo ao votar pelo impeachment da presidente neste domingo (17).
Além de Fatureto, o Diário Oficial também trouxe a saída de dois aliados de Nascimento em cargos da extinta Rede Ferroviária Federal, Manoel Geraldo da Costa e Andrezza Katerine Barros. Também saíram o superintendente do Dnit no Amazonas, José Fábio Porto Galvão, e o coordenador-geral de Hidrovias da Amazônia, Wilson Wolter Filho. Outras exonerações deverão ocorrer amanhã na EPL (Empresa de Planejamento e Logística), órgão também ligado ao ministério.
MINISTROS
Dos ministros que saíram para votar na sessão da Câmara, voltaram Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) e Marcelo Castro (Saúde). Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Mauro Lopes (Aviação) não foram nomeados novamente.
Mauro votou contra o governo e a própria presidente disse que ele estaria fora. Já Pansera, ligado ao PMDB do Rio de Janeiro, votou a favor da presidente, mas a ala fluminense do partido está sendo retaliada por ter entregue a maioria de seus votos aos opositores.
Também foi exonerado o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, que havia pedido sua saída na sexta-feira após seu partido decidir em maioria votar contra o governo.
Duas nomeações no ministério da Saúde, feitas pela presidência durante a crise, também foram tornadas sem efeito: Fábio Lopes Ramos (diretor de Logística) e Bruno Vilela Costa (diretor de programa da Secretaria Executiva).
Nascimento, que perdeu o cargo em 2011 num escândalo de corrupção pelo qual depois nem chegou a ser denunciado formalmente, foi considerado um dos traidores do governo ao votar pelo impeachment da presidente neste domingo (17).
Além de Fatureto, o Diário Oficial também trouxe a saída de dois aliados de Nascimento em cargos da extinta Rede Ferroviária Federal, Manoel Geraldo da Costa e Andrezza Katerine Barros. Também saíram o superintendente do Dnit no Amazonas, José Fábio Porto Galvão, e o coordenador-geral de Hidrovias da Amazônia, Wilson Wolter Filho. Outras exonerações deverão ocorrer amanhã na EPL (Empresa de Planejamento e Logística), órgão também ligado ao ministério.
MINISTROS
Dos ministros que saíram para votar na sessão da Câmara, voltaram Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) e Marcelo Castro (Saúde). Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Mauro Lopes (Aviação) não foram nomeados novamente.
Mauro votou contra o governo e a própria presidente disse que ele estaria fora. Já Pansera, ligado ao PMDB do Rio de Janeiro, votou a favor da presidente, mas a ala fluminense do partido está sendo retaliada por ter entregue a maioria de seus votos aos opositores.
Também foi exonerado o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, que havia pedido sua saída na sexta-feira após seu partido decidir em maioria votar contra o governo.
Duas nomeações no ministério da Saúde, feitas pela presidência durante a crise, também foram tornadas sem efeito: Fábio Lopes Ramos (diretor de Logística) e Bruno Vilela Costa (diretor de programa da Secretaria Executiva).

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