Marcelo Madureira
Luiz Inácio Lula da Silva, o homem mais honesto do Brasil e também o maior pilantra da história republicana, não se emenda. Ontem, durante uma reunião com sindicalistas amestrados, o ex-presidente e, tomara, futuro presidiário, colocou a culpa da crise econômica na operação Lava Jato!
Ora, vejam só! É o mesmo que o paciente colocar a culpa da doença no médico!
Lula e Dilma se debatem em desespero num
abraço de afogados. O pior é que neste pânico descontrolado são capazes
de arrastar o país inteiro para o fundo junto com eles. Basta ver a
decisão do governo de mandar o déficit público às favas numa tentativa
inútil de salvar o governo moribundo. No campo da comunicação, Zica
Rousseff convocou a imprensa estrangeira para contraditar a centenária
The Economist. A revista, que, ao contrário dos lulopetistas, tem
credibilidade mundial, sugeriu em editorial que a melhor saída para a
presidente do Brasil é a renúncia.
Dilma, já que não governa, usa as
dependências do Palácio do Planalto para promover comícios com plateia
amiga e claque contratada. Seria patético se não fosse trágico. Num
discurso histérico Dilma berra que não vai ter golpe. Que golpe? O único
golpe que vi foi tentar colocar o Lula na Casa Civil para livrá-lo da
Justiça.
E por favor não me venham os defensores
do governo dizer que os anos de PT promoveram políticas sociais
importantes. Mais uma mentira. Política social que não se sustenta, que
não tem “porta de saída”, é apenas uma ilusão para a mais do que sofrida
legião de brasileiros miseráveis.
As políticas sociais do lulopetismo só
serviram para promover o clientelismo mais atrasado enquanto a
“vanguarda” do Partido se concentrava em encher os bolsos.
Mas nem tudo está perdido. Com certeza o
politburo do PT ainda conta com o apoio dos nossos “irmãos”
bolivarianistas. Já pensou os exércitos da Bolívia e da Venezuela
invadindo o Brasil para prender o juiz Sérgio Moro? Soltar o Vaccari, o
Zé Dirceu e o resto da porcada?
Tudo para colocar o Brasil na anormalidade de antes, de onde, aliás, por eles nunca deveria ter saído.
E tenho dito.
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