Número representa um acréscimo de 6,3% em relação a igual período do ano passado; receitas maiores com juros e tarifas compensaram o aumento da inadimplência
VEJA
O resultado positivo é reflexo das receitas maiores com juros e
tarifas, que conseguiram compensar o aumento das despesas para calotes,
que avançaram como consequência da economia em recessão.
Apesar da expansão fraca dos financiamentos, no fim de setembro, a carteira de crédito somava 474,48 bilhões de reais, avanço de 6,8% em doze meses. Entre os destaques nas linhas de empréstimos estava a de operações no exterior para pessoas jurídicas, que disparou 53,7% no acumulado dos últimos doze meses, impactada pela alta do dólar. Também tiveram alta o crédito imobiliário (26,6%) e o consignado (16%).
O banco também viu sua receita com tarifas e serviços, como as de conta corrente e de cartões de crédito, evoluir 13,1% na comparação ano a ano, para 6,38 bilhões de reais. Por fim, o braço de seguros do conglomerado teve um lucro 24,5% maior no comparativo anual, inflado por maiores receitas com prêmios e receitas financeiras crescentes.
Com isso, o Bradesco conseguiu cobrir a alta de 8,5% da provisão para perdas com calotes na comparação trimestral e de 15,1% ante o mesmo período de 2014, para 3,85 bilhões de reais. O índice de inadimplência acima de noventa dias atingiu 3,8% no trimestre, ante 3,7% no trimestre anterior e 3,6% um ano antes. É o maior nível desde o primeiro trimestre de 2013.
Apesar da expansão fraca dos financiamentos, no fim de setembro, a carteira de crédito somava 474,48 bilhões de reais, avanço de 6,8% em doze meses. Entre os destaques nas linhas de empréstimos estava a de operações no exterior para pessoas jurídicas, que disparou 53,7% no acumulado dos últimos doze meses, impactada pela alta do dólar. Também tiveram alta o crédito imobiliário (26,6%) e o consignado (16%).
O banco também viu sua receita com tarifas e serviços, como as de conta corrente e de cartões de crédito, evoluir 13,1% na comparação ano a ano, para 6,38 bilhões de reais. Por fim, o braço de seguros do conglomerado teve um lucro 24,5% maior no comparativo anual, inflado por maiores receitas com prêmios e receitas financeiras crescentes.
Com isso, o Bradesco conseguiu cobrir a alta de 8,5% da provisão para perdas com calotes na comparação trimestral e de 15,1% ante o mesmo período de 2014, para 3,85 bilhões de reais. O índice de inadimplência acima de noventa dias atingiu 3,8% no trimestre, ante 3,7% no trimestre anterior e 3,6% um ano antes. É o maior nível desde o primeiro trimestre de 2013.

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