Apesar do clima tenso nas ruas, com manifestações contra e a favor do governo de Nicolás Maduro, o ambiente dentro da Assembleia Nacional é de tranquilidade
Apesar do clima tenso nas ruas, com manifestações contra e a favor do
governo de Nicolás Maduro, o ambiente dentro da Assembleia Nacional é de
tranquilidade. Apesar de estarem com trajes formais, como manda o
protocolo, muitos dos deputados opositores eleitos estão com o boné com
as cores da bandeira venezuelana - um dos símbolos da luta contra as
forças chavistas.
Protestos - Grupos defensores do chavismo - a claque contratada por Maduro - e da oposição começaram a se reunir no centro de Caracas para acompanhar a posse dos deputados escolhidos nas eleições legislativas de 6 de dezembro. Dezenas de soldados da polícia e da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) cercaram a sede do Legislativo e monitoram os grupos para que eles não se encontrem, já prevendo acidentes.
Os deputados eleitos tomam posse hoje, marcando o fim da hegemonia parlamentar chavista dos últimos quase 17 anos, depois de a oposição ter obtido em 6 de dezembro uma maioria de 112 deputados frente às 55 cadeiras que serão do governo. O juramento para os próximos cinco anos de legislatura será um ato emoldurado por um clima de tensão. Pressionado pela população contrária ao seu governo e pela derrota acachapante nas urnas, Maduro disse nesta segunda ter dado ordens aos agentes de segurança para que garantam a instalação pacífica do Legislativo.
O deputado eleito Henry Ramos Allup, um de seus mais combativos opositores, será o novo presidente da AN. Ramos Allup disse confiar que a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) vai manter a ordem em uma jornada em que garantiu que pretendem juramentar os 112 deputados opositores e não acatar a decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), que aceitou impugnações devido a uma suposta fraude no estado do Amazonas, no sul do país. O TSJ suspendeu a eleição no Estado, o que deixou a oposição com 109 deputados e o chavismo com 54.
Protestos - Grupos defensores do chavismo - a claque contratada por Maduro - e da oposição começaram a se reunir no centro de Caracas para acompanhar a posse dos deputados escolhidos nas eleições legislativas de 6 de dezembro. Dezenas de soldados da polícia e da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) cercaram a sede do Legislativo e monitoram os grupos para que eles não se encontrem, já prevendo acidentes.
Os deputados eleitos tomam posse hoje, marcando o fim da hegemonia parlamentar chavista dos últimos quase 17 anos, depois de a oposição ter obtido em 6 de dezembro uma maioria de 112 deputados frente às 55 cadeiras que serão do governo. O juramento para os próximos cinco anos de legislatura será um ato emoldurado por um clima de tensão. Pressionado pela população contrária ao seu governo e pela derrota acachapante nas urnas, Maduro disse nesta segunda ter dado ordens aos agentes de segurança para que garantam a instalação pacífica do Legislativo.
O deputado eleito Henry Ramos Allup, um de seus mais combativos opositores, será o novo presidente da AN. Ramos Allup disse confiar que a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) vai manter a ordem em uma jornada em que garantiu que pretendem juramentar os 112 deputados opositores e não acatar a decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), que aceitou impugnações devido a uma suposta fraude no estado do Amazonas, no sul do país. O TSJ suspendeu a eleição no Estado, o que deixou a oposição com 109 deputados e o chavismo com 54.

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