| Zanone Fraissat/Folhapress | ||
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| Agência do Banco Itaú na Avenida Duque de Caxias, em São Paulo (SP) |
O resultado foi apoiado em maior margem com clientes, receita com
serviços e recuperação de créditos, o que foi parcialmente compensado
por maiores despesas com provisões para calotes.
No quarto trimestre do ano, o banco viu seu lucro subir 3,2% na comparação com o mesmo período de 2014, para R$ 5,698 bilhões. Em relação aos três meses anteriores, porém, o lucro do Itaú caiu 4,2%.
O lucro líquido recorrente —que exclui efeitos extraordinários— encerrou 2015 com avanço nominal de 15,6%, para R$ 23,832 bilhões. No quarto trimestre do ano passado, foi de R$ 5,773 bilhões, alta de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2014 e queda de 5,6% na comparação com os três meses anteriores.
A carteira de crédito do banco encerrou o ano com crescimento de 4,6%, para R$ 585,5 bilhões. Na comparação com os três meses anteriores, porém, houve queda de 0,9%. A margem financeira com clientes cresceu 1,1% na base sequencial.
A capacidade de repassar taxas maiores nas operações de crédito e de obter bons resultados com a tesouraria levou o banco a ter alta de 20,7% da margem financeira gerencial no ano, acima da estimativa de 14,5% a 17,5%.
CALOTE
O índice de inadimplência, medido pelo saldo de atrasos com mais de 90 dias, subiu para 3,5%, 0,2 ponto percentual maior que no trimestre imediatamente anterior e 0,4 ponto acima de um ano antes.
Ainda assim, as despesas com provisões para calotes, líquidas de recuperação de crédito, caíram 0,4% em relação aos três meses anteriores, para R$ 4,634 bilhões.
"Essa redução é proveniente do crescimento de 35,4% de nossas receitas com recuperação de créditos baixados para prejuízo", afirmou o Itaú Unibanco no relatório.
As chamadas despesas não decorrentes de juros, que incluem administrativas e salários, subiram 1,95% sobre o trimestre anterior e 9,95% sobre o quarto trimestre de 2014. No consolidado de 2015, o aumento foi de 8,8%, dentro da meta do banco de fazê-la ficar abaixo da inflação, que foi de 10,67% no ano, segundo o índice IPCA.
Em outra frente, as receitas do trimestre com serviços e tarifas avançaram 10,6% ano a ano, para R$ 7,645 bilhões.
A rentabilidade sobre o patrimônio líquido, que mede como o Itaú Unibanco remunera seus acionistas, foi de 22%, queda de 1,3 ponto percentual na medição sequencial e de 2 pontos sobre um ano antes.
2016
Para este ano, o Itaú Unibanco previu um intervalo que vai de contração de 0,5%, para alta de 4,5% em sua carteira de crédito, além de desaceleração das despesas administrativas.
O banco também previu aumento médio superior a 40% das provisões para perdas com inadimplência, considerando o ponto médio da faixa de R$ 22 bilhões a R$ 25 bilhões, em relação à média prevista para o ano passado.
O banco também previu expansão de 2% a 5% da margem financeira com clientes, linha que teve expansão de 15,6% no ano passado.
No quarto trimestre do ano, o banco viu seu lucro subir 3,2% na comparação com o mesmo período de 2014, para R$ 5,698 bilhões. Em relação aos três meses anteriores, porém, o lucro do Itaú caiu 4,2%.
O lucro líquido recorrente —que exclui efeitos extraordinários— encerrou 2015 com avanço nominal de 15,6%, para R$ 23,832 bilhões. No quarto trimestre do ano passado, foi de R$ 5,773 bilhões, alta de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2014 e queda de 5,6% na comparação com os três meses anteriores.
A carteira de crédito do banco encerrou o ano com crescimento de 4,6%, para R$ 585,5 bilhões. Na comparação com os três meses anteriores, porém, houve queda de 0,9%. A margem financeira com clientes cresceu 1,1% na base sequencial.
A capacidade de repassar taxas maiores nas operações de crédito e de obter bons resultados com a tesouraria levou o banco a ter alta de 20,7% da margem financeira gerencial no ano, acima da estimativa de 14,5% a 17,5%.
CALOTE
O índice de inadimplência, medido pelo saldo de atrasos com mais de 90 dias, subiu para 3,5%, 0,2 ponto percentual maior que no trimestre imediatamente anterior e 0,4 ponto acima de um ano antes.
Ainda assim, as despesas com provisões para calotes, líquidas de recuperação de crédito, caíram 0,4% em relação aos três meses anteriores, para R$ 4,634 bilhões.
"Essa redução é proveniente do crescimento de 35,4% de nossas receitas com recuperação de créditos baixados para prejuízo", afirmou o Itaú Unibanco no relatório.
As chamadas despesas não decorrentes de juros, que incluem administrativas e salários, subiram 1,95% sobre o trimestre anterior e 9,95% sobre o quarto trimestre de 2014. No consolidado de 2015, o aumento foi de 8,8%, dentro da meta do banco de fazê-la ficar abaixo da inflação, que foi de 10,67% no ano, segundo o índice IPCA.
Em outra frente, as receitas do trimestre com serviços e tarifas avançaram 10,6% ano a ano, para R$ 7,645 bilhões.
A rentabilidade sobre o patrimônio líquido, que mede como o Itaú Unibanco remunera seus acionistas, foi de 22%, queda de 1,3 ponto percentual na medição sequencial e de 2 pontos sobre um ano antes.
2016
Para este ano, o Itaú Unibanco previu um intervalo que vai de contração de 0,5%, para alta de 4,5% em sua carteira de crédito, além de desaceleração das despesas administrativas.
O banco também previu aumento médio superior a 40% das provisões para perdas com inadimplência, considerando o ponto médio da faixa de R$ 22 bilhões a R$ 25 bilhões, em relação à média prevista para o ano passado.
O banco também previu expansão de 2% a 5% da margem financeira com clientes, linha que teve expansão de 15,6% no ano passado.

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