Desde que começou em 2011, a guerra na Síria deixou mais de 270.000
mortos e obrigou 4 milhões de pessoas a fugir do país. Neste conflito,
Rússia e Irã apoiam o regime de Bashar Assad enquanto Estados Unidos,
Arábia Saudita e Turquia apoiam os rebeldes.
"O cessar das hostilidades que deve entrar em vigor amanhã (sexta-feira) à meia-noite é uma etapa possível para pôr fim ao caos", disse Obama. "Todo o mundo sabe o que deve acontecer: todas as partes devem pôr fim aos ataques, inclusive ataques aéreos e deve-se poder realizar a ajuda humanitária nas zonas assediadas", lembrou. "Tudo isto dependerá amplamente do respeito de seus compromissos por parte do regime sírio, Rússia e seus aliados", acrescentou.
O regime de Assad, a oposição, assim como as forças curdas já anunciaram que respeitarão a trégua, apadrinhada pelos Estados Unidos e Rússia, e prevista para entrar em vigor à 00h local de sábado (19h de sexta).
O acordo de trégua exclui os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) e a Frente Al Nusra - braço sírio da Al Qaeda - dois grupos rivais que ocupam grande parte do país. Consequentemente, continuarão sendo alvo de ataques do regime e dos bombardeios da Rússia e da coalizão internacional liderada por Estados Unidos.
"O cessar das hostilidades que deve entrar em vigor amanhã (sexta-feira) à meia-noite é uma etapa possível para pôr fim ao caos", disse Obama. "Todo o mundo sabe o que deve acontecer: todas as partes devem pôr fim aos ataques, inclusive ataques aéreos e deve-se poder realizar a ajuda humanitária nas zonas assediadas", lembrou. "Tudo isto dependerá amplamente do respeito de seus compromissos por parte do regime sírio, Rússia e seus aliados", acrescentou.
O regime de Assad, a oposição, assim como as forças curdas já anunciaram que respeitarão a trégua, apadrinhada pelos Estados Unidos e Rússia, e prevista para entrar em vigor à 00h local de sábado (19h de sexta).
O acordo de trégua exclui os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) e a Frente Al Nusra - braço sírio da Al Qaeda - dois grupos rivais que ocupam grande parte do país. Consequentemente, continuarão sendo alvo de ataques do regime e dos bombardeios da Rússia e da coalizão internacional liderada por Estados Unidos.

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