Até esta terça-feira de manhã a polícia registrou 90 denúncias de assédio, roubo e pelo menos uma de estupro na cidade de Colônia. Caso eleva temperatura dos debates sobre imigração
Segundo a polícia, os criminosos se uniram em grandes grupos nas
proximidades da principal estação de trem de Colônia, misturando-se a
outros grupos de foliões e atacando vários deles. O chefe da polícia de
Colônia, Wolfgang Albers, disse que ninguém foi preso. "Nós não temos
nenhum suspeito atualmente. Tudo que sabemos é que tinham entre 18 e 35
anos de idade e são oriundos de países árabes ou africanos". Até esta
terça-feira de manhã a polícia registrou 90 denúncias de assédio sexual,
roubos e pelo menos uma de estupro - e seguia aguardando novas
denúncias. "Parto do princípio de que mais denúncias serão feitas",
declarou Albers.
"A gente estava indo embora quando um grupo de cerca de vinte homens estrangeiros nos abordou", disse uma das vítima à rede de televisão N-TV. "Eles começaram a nos agredir, tocando nossa virilha, o decote (do vestido) e por baixo do casaco", contou, dizendo também que o grupo "só atacava mulheres" e mencionou também roubos. Cerca de 300 pessoas se reuniram nesta terça de maneira simbólica em frente à catedral da cidade para pedir mais respeito às mulheres.
Líderes políticos, incluindo a chanceler, Angela Merkel, condenaram os ataques, embora tenham alertado contra conclusões precipitadas sobre os autores. A chanceler conversou por telefone com a prefeita de Colônia, Henriette Reker, e manifestou "sua indignação diante destes atos de violência insuportáveis e agressões sexuais". "Não temos qualquer indício que demonstre que se trata de refugiados alojados em Colônia" ou arredores, comunicou Reker. A aparência dos agressores "não deve levar a uma suspeita geral sobre os refugiados que, independentemente de sua origem, venham buscar refúgio em nosso país", disse o ministro do Interior, Thomas de Maizière.
Mas para alguns alemães que já estavam inquietos com a chegada de um milhão de imigrantes em busca de asilo, os ataques parecem confirmar seus receios. "É esta a 'Alemanha colorida e cosmopolita' que Merkel queria?", indagou Frauke Petry, líder do partido nacionalista Alternativa para a Alemanha (AfD, na sigla em alemão), que pede limites mais estreitos ao número de asilos concedidos no país. "É inaceitável que mulheres sejam assediadas e assaltadas por jovens migrantes nas ruas e praças públicas das cidades alemãs à noite", disse Andreas Scheuer, secretário-geral da União Social Cristã.
"A gente estava indo embora quando um grupo de cerca de vinte homens estrangeiros nos abordou", disse uma das vítima à rede de televisão N-TV. "Eles começaram a nos agredir, tocando nossa virilha, o decote (do vestido) e por baixo do casaco", contou, dizendo também que o grupo "só atacava mulheres" e mencionou também roubos. Cerca de 300 pessoas se reuniram nesta terça de maneira simbólica em frente à catedral da cidade para pedir mais respeito às mulheres.
Líderes políticos, incluindo a chanceler, Angela Merkel, condenaram os ataques, embora tenham alertado contra conclusões precipitadas sobre os autores. A chanceler conversou por telefone com a prefeita de Colônia, Henriette Reker, e manifestou "sua indignação diante destes atos de violência insuportáveis e agressões sexuais". "Não temos qualquer indício que demonstre que se trata de refugiados alojados em Colônia" ou arredores, comunicou Reker. A aparência dos agressores "não deve levar a uma suspeita geral sobre os refugiados que, independentemente de sua origem, venham buscar refúgio em nosso país", disse o ministro do Interior, Thomas de Maizière.
Mas para alguns alemães que já estavam inquietos com a chegada de um milhão de imigrantes em busca de asilo, os ataques parecem confirmar seus receios. "É esta a 'Alemanha colorida e cosmopolita' que Merkel queria?", indagou Frauke Petry, líder do partido nacionalista Alternativa para a Alemanha (AfD, na sigla em alemão), que pede limites mais estreitos ao número de asilos concedidos no país. "É inaceitável que mulheres sejam assediadas e assaltadas por jovens migrantes nas ruas e praças públicas das cidades alemãs à noite", disse Andreas Scheuer, secretário-geral da União Social Cristã.

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