Sou do tempo em que professores da USP podiam ser de esquerda, de direita, de centro, de coisa nenhuma... Mas eram alfabetizados
Reinaldo Azevedo - VEJA
Bem, dizer o quê? Você gostou das mexidas, Laura? Você ainda não viu nada. Posso fazer melhor.
Sou do tempo
em que professores da USP podiam ser de esquerda, de direita, de
centro, de coisa nenhuma… Mas eram alfabetizados. A moçoila também
publica esta pérola:
Professor universitário que escreve “comento sobre” merece chicote. Chicote gramatical, viu, Laura?
A
“professora” tem 502 seguidores no Twitter. Estou dando uma forcinha pra
ela. Não quer dizer, claro!, que seja ruim por isso. Há muitas
cavalgaduras com milhões. Mas é mais chato quando se é uma cavalgadura
com apenas 502.
Aliás, esta
quarta foi o dia. Deve ter baixado uma ordem no PT para pegar no meu pé.
O tal “Dilma Bolada”, uma página a soldo, também resolveu fazer graça.
Lá se lê o seguinte:
Ô fofa! Tá
pedindo socorro por quê? É só não assistir ao vídeo, ora essa!
Curiosamente, também aí se faz referência à contratação de Kataguiri.
Parece que a insatisfação está no PT — de que Laura é mero esbirro
semialfabetizado — e também no Palácio, que é quem cuida da “Dilma
Bolada”.
Quem diria…
Esta senhora vira colunista de jornal para debater ideias, e ela logo se
mostra não mais do que uma linchadora de desafetos. E espancando também
a língua. Deveria pôr um pano na cara e sair por aí quebrando coisas.
Laura Bolada não passa de uma black bloc do pensamento.



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