sexta-feira, 30 de maio de 2008

"E éramos vivos como os mármores de entalhe incrustações da pele lisa na luz rasa, e, confundidos em ao outro, como a asa a um céu vazio, povoávamos um vale petrificados de explendores. Ao tocar-lhe a estatuária magnífica, de brasa e bronze vivo, eu penetrava numa casa abandonada... É necessário que a alma fale a língua morta dos heróis de Queronéia, para tentar dizer, talvez nesse dialeto de dois corpos tomados `a perfeição da Idéia, aquele mundo estranho: eterno, longe, ereto. De estatuária tumultuada, mas alheia. Cheia de sol, mas como a rosa-do-deserto." Bruno Tolentino

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