Presidente americano não descartou, porém, a possibilidade de Putin se alinhar à coalizão liderada pelos Estados Unidos no futuro
"Acho que Putin compreende que com o Afeganistão ainda fresco na
memória, simplesmente se envolver em um conflito civil inconclusivo e
paralisante não é o resultado que ele está buscando", disse Obama em
entrevista coletiva realizada em Paris, onde acontece a Cúpula do Clima
das Nações Unidas (COP-21). "Acredito ser possível, nos próximos meses,
ver uma mudança nos cálculos da Rússia e o reconhecimento de que é o
momento de encaminhar a guerra civil na Síria para o fim."
Em setembro, a Rússia anunciou uma coalização com Irã, Iraque e Síria para combater os jihadistas do EI. Eles apoiam as forças do governo do ditador Bashar Assad, cuja renúncia é exigida pela pelos Estados Unidos e aliados.
Clima - Obama também falou sobre os desafios no combate às mudanças climáticas, tema das discussões da COP-21, que acontece até 11 de dezembro. O presidente americano disse que o mundo precisa de um acordo duradouro para combater o problema e que vai buscar um pacto para impulsionar economias, assim como ajudar no meio ambiente. "Se deixarmos o mundo continuar aquecendo rapidamente como está, os níveis dos mares subindo como estão e os padrões climáticos mudando de maneiras inesperadas, então teremos que dedicar mais e mais dos nossos recursos econômicos não para oportunidades do nosso povo, mas para se adaptar às várias consequências das mudanças climáticas", afirmou.
Em setembro, a Rússia anunciou uma coalização com Irã, Iraque e Síria para combater os jihadistas do EI. Eles apoiam as forças do governo do ditador Bashar Assad, cuja renúncia é exigida pela pelos Estados Unidos e aliados.
Clima - Obama também falou sobre os desafios no combate às mudanças climáticas, tema das discussões da COP-21, que acontece até 11 de dezembro. O presidente americano disse que o mundo precisa de um acordo duradouro para combater o problema e que vai buscar um pacto para impulsionar economias, assim como ajudar no meio ambiente. "Se deixarmos o mundo continuar aquecendo rapidamente como está, os níveis dos mares subindo como estão e os padrões climáticos mudando de maneiras inesperadas, então teremos que dedicar mais e mais dos nossos recursos econômicos não para oportunidades do nosso povo, mas para se adaptar às várias consequências das mudanças climáticas", afirmou.

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