terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Dilma indica ser contrária à proposta da Argentina sobre Venezuela
LEANDRO COLON - FSP
Francois Mori/Associated Press
Presidente Dilma Rousseff discursa na conferência do clima, em Paris, nesta segunda (30)
Presidente Dilma Rousseff durante discurso na conferência do clima, em Paris, nesta segunda (30)
O presidente eleito da Argentina já disse que espera que o Brasil reveja sua opinião sobre a Venezuela. Na avaliação de Macri, o governo do presidente Nicolás Maduro desrespeita a democracia e fere os direitos humanos.
Por isso, ele defende acionar essa regra do Mercosul. Madri pretende levar a proposta de aplicar a cláusula democrática contra a Venezuela na reunião de presidentes em Assunção, no próximo dia 21. Se a cláusula for aprovada em unanimidade por todos os países-membros, a Venezuela pode ser suspensa.
Para Dilma, é preciso encontrar um "fato determinado" para aplicar a regra. "Desde o início, o Mercosul contou com a cláusula democrática. Foi ela que permitiu que o Mercosul não concordasse com a saída do presidente Lugo, do Paraguai. Agora, para aplicá-la, tem de ser em cima de fatos determinados, ela não é genérica", disse a presidente. 

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