Polícia Federal descobriu mensagens trocadas entre executivo da OAS e ministro do STJ. Dias Toffoli, do STF, também é citado
Gabriel Castro - VEJA

Marco Aurélio lembra que integrantes do Judiciário precisam agir com
cautela e parcimônia. "Não estamos impedidos de nos relacionar com
pessoas que ainda não tenham caído em desgraça. O problema é que,
posteriormente, quando há um problema como houve com o pessoal da OAS,
você acaba saindo mal na fotografia", afirma, antes de completar: "A
leitura que o contribuinte faz é péssima".
Uma das mensagens obtidas pela Polícia Federal mostra o executivo pedindo uma reunião para obter "conselhos" do ministro Benedito Gonçalves, que cinco dias depois deu um voto decisivo em favor da OAS. Para Marco Aurélio, há um comportamento inadequado. "Juiz não dá conselho a quem quer que seja. Juiz não é consultor. Aí que está o problema. Nós temos que perceber a cadeira ocupada", afirma.
Ainda comentando a reportagem de VEJA, ministro critica a falta de compostura de autoridades da República no momento atual: "É lastimável. Nós estamos vivenciando tempos muito estranhos, em que há perda de parâmetros e abandono de princípios". Para Marco Aurélio, os ministros citados devem prestar esclarecimentos à sociedade.
Uma das mensagens obtidas pela Polícia Federal mostra o executivo pedindo uma reunião para obter "conselhos" do ministro Benedito Gonçalves, que cinco dias depois deu um voto decisivo em favor da OAS. Para Marco Aurélio, há um comportamento inadequado. "Juiz não dá conselho a quem quer que seja. Juiz não é consultor. Aí que está o problema. Nós temos que perceber a cadeira ocupada", afirma.
Ainda comentando a reportagem de VEJA, ministro critica a falta de compostura de autoridades da República no momento atual: "É lastimável. Nós estamos vivenciando tempos muito estranhos, em que há perda de parâmetros e abandono de princípios". Para Marco Aurélio, os ministros citados devem prestar esclarecimentos à sociedade.
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