Segundo especialistas, erros humanos são a principal causa das falhas no controle de tráfego aéreo. Tais erros podem acarretar em apenas atrasos de voos ou mesmo acidentes
VEJA

O novo sistema foi instalado há um mês em vinte centros de controle
de tráfego aéreo operados pela FAA nos Estados Unidos continental. A
grande mudança, segundo os especialistas, é que o novo sistema está
menos exposto a falhas humanas - a principal causa de acidentes graves e
outros problemas menores (como atrasos) no controle do tráfego aéreo.
O Eram é a parte principal de um esforço para reformar os sistemas de aviação com tecnologia de última geração. Isso ajudaria o sistema de aviação do país a lidar com um aumento esperado de 50% no número de passageiros de transportes aéreos nas próximas duas décadas ao permitir que controladores acompanhem mais voos sobre áreas maiores.
Autoridades disseram que o novo sistema, implementado após cerca de cinco anos de atrasos e 350 milhões de dólares (1 bilhão de reais) em custos adicionais, deverá reduzir os atrasos dos voos e aumentar a eficiência do combustível ao acelerar partidas e definir correções de rumo e velocidade mais precisas enquanto as aeronaves estão se movimentando entre portões. O Eram pode acompanhar quase o dobro dos voos em altitude elevada do que o sistema antecessor e processar três vezes mais a quantidade de dados, afirmou a FAA.
Autoridades da FAA ainda não divulgaram dados sobre o desempenho do Eram até agora, mas afirmaram que o sistema tem cumprido as normas rigorosas de segurança, desempenho e confiabilidade em cada um dos 20 centros de controle de tráfego aéreo. O sistema ainda não foi implementado no Havaí, Alasca, e Porto Rico.
Os republicanos no Congresso querem que a revisão do setor de aviação do país inclua a privatização do sistema de controle de tráfego aéreo, mas o secretário do Tesouro, Anthony Foxx, expressou cautela. "Estaremos abertos a pensar em diferentes estruturas. Mas o ponto central tem que partir do reconhecimento de que temos o sistema mais seguro do mundo e não queremos fazer nada que comprometa isso", afirmou Foxx, que apareceu ao lado de Huerta numa entrevista coletiva.
O Eram é a parte principal de um esforço para reformar os sistemas de aviação com tecnologia de última geração. Isso ajudaria o sistema de aviação do país a lidar com um aumento esperado de 50% no número de passageiros de transportes aéreos nas próximas duas décadas ao permitir que controladores acompanhem mais voos sobre áreas maiores.
Autoridades disseram que o novo sistema, implementado após cerca de cinco anos de atrasos e 350 milhões de dólares (1 bilhão de reais) em custos adicionais, deverá reduzir os atrasos dos voos e aumentar a eficiência do combustível ao acelerar partidas e definir correções de rumo e velocidade mais precisas enquanto as aeronaves estão se movimentando entre portões. O Eram pode acompanhar quase o dobro dos voos em altitude elevada do que o sistema antecessor e processar três vezes mais a quantidade de dados, afirmou a FAA.
Autoridades da FAA ainda não divulgaram dados sobre o desempenho do Eram até agora, mas afirmaram que o sistema tem cumprido as normas rigorosas de segurança, desempenho e confiabilidade em cada um dos 20 centros de controle de tráfego aéreo. O sistema ainda não foi implementado no Havaí, Alasca, e Porto Rico.
Os republicanos no Congresso querem que a revisão do setor de aviação do país inclua a privatização do sistema de controle de tráfego aéreo, mas o secretário do Tesouro, Anthony Foxx, expressou cautela. "Estaremos abertos a pensar em diferentes estruturas. Mas o ponto central tem que partir do reconhecimento de que temos o sistema mais seguro do mundo e não queremos fazer nada que comprometa isso", afirmou Foxx, que apareceu ao lado de Huerta numa entrevista coletiva.
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