Nayara Fraga - OESP
Os tablets produzidos no Brasil devem sair mais em conta para o consumidor. Foi aprovada nesta terça-feira, 6, a Medida Provisória (MP) que reduz a zero tributos (PIS e Cofins) incidentes sobre a venda desses computadores de mão. Segundo estimativa do Ministério das Comunicações, a redução do preço final ao consumidor pode ser de 31%.
O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), esperou cerca de seis horas para obter quórum mínimo de 257 deputados e colocar a MP em votação.
A medida leva em consideração também a Zona Franca de Manaus. Quando os tablets forem adquiridos de empresas dessa região, o crédito da Cofins será elevado de 4,6% para 5,6%.
O texto segue para o senado, que deve votar a MP hoje. A relatora da proposta é a deputada Manuela Dávila (PCdoB-RS). Ela disse a jornalistas que o objetivo da medida é tornar os tablets mais acessíveis.
Para chegar a um consenso com os líderes da oposição e do governo, ela concordou com a retirada de três temas que devem ser abordados em outras medidas ou projetos de lei.
Caso seja sancionada, a medida pode favorecer a venda de tablets no País. Assim ocorreu com os computadores e nootebooks, os quais recebem tratamento fiscal segundo a Lei do Bem. Em 2010, 12 milhões de computadores foram vendidos; ao passo que apenas 100 mil tablets tiveram saída no País.
Corrida
As empresas brasileiras já se preparam para entrar no mercado de tablets. A Positivo Informática anunciou no fim de agosto que planeja lançar seu aparelho em setembro — a mesma meta da Aoix, de Caçador (SC).
Do Blog:
Espero que a isenção desses impostos tornem o produto nacional mais competitivo e que o preço sofra uma queda para que o produto não seja consumido apenas pelas classes mais abastadas. Lembrem-se da arapuca da indústria automotiva. O preço tem que cair para o consumidor final. O sinistério calculou em 31%. Vamos aguardar.
Na CIVILIZAÇÃO, as pessoas leem as notícias em tablets nos metrôs e nos trens.
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