apenas à sua experiência particular; os seus versos talvez
representem para ele apenas um meio de falar de si mesmo sem
se denunciar; no entanto, para seus leitores, aquilo que escreveu
pode tornar-se a expressão tanto dos seus sentimentos secretos
como do júbilo ou do desespero de toda uma geração. Mas ele
mesmo não precisa saber o que a sua poesia chegou a significar
para outros, como um profeta não precisa compreender
o significado das palavras que profere.
T.S. Eliot, Virgil and the Christian World (1951)
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