Reinaldo Azevedo - VEJA
Ah,
bom! Agora aprendemos que, quando alguém perseguido pela polícia se
volta, com um canivete na mão (pouco imposta se estilete, caco de vidro
ou uma simples caneta esferográfica), contra um policial caído, este
deve dizer: “Calma, meu rapaz, não é assim que se faz. Por favor, vamos
dialogar”.
A escalada
da irresponsabilidade no caso dos protestos, sob ou o silêncio cúmplice
das autoridades federais — Dilma inclusive (ainda volto a esse ponto)
—, ou o franco estimulo à baderna está perdendo a noção do ridículo.
Reivindicou
— e levou — o “direito” de fazer manifestação onde dá na telha, de
depredar patrimônio público e privado, de paralisar a cidade e por aí
vai…
Agora,
pelo visto, os “progressistas” querem também pôr fim ao direito à
legítima defesa. Se o “sujeito” for um “manifestante”, ele ganha o
direito de furar os policiais.
É asqueroso!
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