Lauro Jardim - VEJA
A fidelidade petista aos mensaleiros atravessa o mundo. Vicente
Cândido está na Nova Zelândia dividindo-se basicamente entre duas
tarefas: ser aprovado no curso de inglês em que se matriculou e angariar
recursos para Delúbio Soares, que deve 466 888 reais ao erário, segundo o STF.
Do outro lado do mundo, Vicente Cândido está disparando telefonemas e pedindo doações para filiados ao PT, sindicalistas e, lógico, empresários amigos da companheirada. Cândido tem uma estratégia: a cada contato, pede ao generoso interlocutor que consiga convencer outras quatros pessoas a coçar o bolso e depositar na conta de Delúbio.
Do outro lado do mundo, Vicente Cândido está disparando telefonemas e pedindo doações para filiados ao PT, sindicalistas e, lógico, empresários amigos da companheirada. Cândido tem uma estratégia: a cada contato, pede ao generoso interlocutor que consiga convencer outras quatros pessoas a coçar o bolso e depositar na conta de Delúbio.

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