Mulher teve a casa cercada por agentes do FBI após comprar uma panela de pressão na internet
Panelas foram utilizados
no atentado em Boston FBI/AFP
Luiz Megale - UOL/BandNews FM
Uma jornalista entrou para a lista de suspeitos de
terrorismo em Nova York, nos Estados Unidos, após ter comprado uma panela de
pressão pela internet. As informações são do correspondente da
Band no país, Luiz Megale.
“Ela acaba de contar que anteontem, quarta-feira, um grupo de seis agentes do FBI, com revólveres na cintura, estacionou dois carros em frente à casa que ela vive, mostraram os distintivos e pediram para fazer uma busca. Durante a batida, fizeram perguntas do tipo: de onde você é? De onde são seus pais? Onde você trabalha? E finalmente: você tem uma panela de pressão em casa?”, relata Megale.
De acordo com o correspondente, foi nesse momento que ela se deu conta de que estava na lista de supostos terroristas do FBI. “Ela usou os contatos que tem como jornalista e descobriu que a casa dela foi escolhida porque várias atitudes suspeitas chamaram a atenção”.
Entre as atitudes suspeitas estão: a compra de uma panela de pressão na internet; outra compra pela web, desta vez de uma mochila; e o fato de o filho da jornalista ter acessado diversas notícias na internet sobre o atentado de Boston, em abril deste ano.
Vale lembrar que, no ataque à maratona, os responsáveis pelo atentado utilizaram como bombas panelas de pressão com pregos e explosivos.
“Ela acaba de contar que anteontem, quarta-feira, um grupo de seis agentes do FBI, com revólveres na cintura, estacionou dois carros em frente à casa que ela vive, mostraram os distintivos e pediram para fazer uma busca. Durante a batida, fizeram perguntas do tipo: de onde você é? De onde são seus pais? Onde você trabalha? E finalmente: você tem uma panela de pressão em casa?”, relata Megale.
De acordo com o correspondente, foi nesse momento que ela se deu conta de que estava na lista de supostos terroristas do FBI. “Ela usou os contatos que tem como jornalista e descobriu que a casa dela foi escolhida porque várias atitudes suspeitas chamaram a atenção”.
Entre as atitudes suspeitas estão: a compra de uma panela de pressão na internet; outra compra pela web, desta vez de uma mochila; e o fato de o filho da jornalista ter acessado diversas notícias na internet sobre o atentado de Boston, em abril deste ano.
Vale lembrar que, no ataque à maratona, os responsáveis pelo atentado utilizaram como bombas panelas de pressão com pregos e explosivos.
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