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O dinheiro foi entregue na Austrália e no Canadá a duas pessoas com raízes libanesas e estava destinado a remunerar a participação no atentado e a possibilitar missões de reconhecimento, indicou o diário, que cita fontes dos "serviços secretos de países associados e instituições financeiras internacionais".
A Procuradoria da Bulgária e o Ministério do Interior, consultados pela AFP, evitaram comentar a notícia.
Os dois homens, procurados pela polícia búlgara, se encontrariam no Líbano, segundo fontes da investigação.
Ambos cruzaram a fronteira búlgara com documentos verdadeiros, mas, durante sua estadia na Bulgária, ficaram hospedados em hotéis e alugaram veículos com carteiras de motorista americanas falsificadas.
Os documentos falsos foram impressos na Universidade Internacional de Beirute, onde Ferah e Hassan cursaram Engenharia, indicou o jornal búlgaro Pressa.
Em 2010, os supostos cúmplices do atentado integraram uma formação militar no Líbano, onde conheceram um integrante do Hezbollah, recentemente condenado no Chipre por preparar ataques contra alvos israelenses, indicou o jornal 24 Tchassa.
A investigação estabeleceu um vínculo entre Hassan el Hajj Hassan e o autor do atentado, que não foi identificado até o momento, indicou o diário.
Os indícios reunidos pela investigação foram determinantes para que em 22 de julho a União Europeia incluísse o braço armado do Hezbollah na lista negra de organizações terroristas.
A Procuradoria da Bulgária e o Ministério do Interior, consultados pela AFP, evitaram comentar a notícia.
Os dois homens, procurados pela polícia búlgara, se encontrariam no Líbano, segundo fontes da investigação.
Ambos cruzaram a fronteira búlgara com documentos verdadeiros, mas, durante sua estadia na Bulgária, ficaram hospedados em hotéis e alugaram veículos com carteiras de motorista americanas falsificadas.
Os documentos falsos foram impressos na Universidade Internacional de Beirute, onde Ferah e Hassan cursaram Engenharia, indicou o jornal búlgaro Pressa.
Em 2010, os supostos cúmplices do atentado integraram uma formação militar no Líbano, onde conheceram um integrante do Hezbollah, recentemente condenado no Chipre por preparar ataques contra alvos israelenses, indicou o jornal 24 Tchassa.
A investigação estabeleceu um vínculo entre Hassan el Hajj Hassan e o autor do atentado, que não foi identificado até o momento, indicou o diário.
Os indícios reunidos pela investigação foram determinantes para que em 22 de julho a União Europeia incluísse o braço armado do Hezbollah na lista negra de organizações terroristas.
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