"A gente, brasileiro, nunca foi tão malandro, tão guarani-kaiowá, tão riponga, tão chulé como agora. Você vê as ruas quebradas, as pessoas se divertindo com passatempos de quinta categoria, músicas que só podem causar atrofia no cerebelo e, na política, militantes que são a coisa mais cafona, mais rastaquera que há. É uma farofada: aquela coisa linguiça com cachaça, sandália de couro, barbicha... de última. Amamos a pobreza. O bom regime não é nivelar por baixo, na laje da Barbie. É justamente chamar todo mundo para a prosperidade. É ganhar o Nobel da ciência, literatura, economia... Ou, então, vai ficar exportando bunda, axé, pagode, coisas de terceira categoria."
Lobão
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